O que vem a ser 'Chamariz' no direito do consumidor?
Por Maysa Martimiano Provavelmente você já foi uma vítima! "Chamariz" , nas palavras do Doutor Rizzato Nunes é uma modalidade de enganação que não está necessariamente atrelada ao produto ou serviço em si. Por exemplo, ouve-se no rádio o seguinte anúncio: " Os primeiros dez ouvintes que ligarem terão desconto de 50% na compra de tal produto; ou farão o curso gratuitamente, etc. " Quando o consumidor liga, ainda que seja logo em seguida, recebe a resposta de que é o décimo primeiro a ligar. Depois recebe o "malho" de venda. Esse tipo de "chamariz" também é usado por meio de malas diretas, anúncios em jornais, na TV, etc.. Outro exemplo dessa "técnica" é o "chamariz" da liquidação . Anuncia-se a liquidação, com grandes descontos, e, quando o consumidor chega à loja, a liquidação é restrita a uma única prateleira ou estante. Esse método é usado em larga escala. Há lojistas, em véspera de época de liquid...
É truísta o fato de que a mídia, por meio de suas mais variadas comportas tem disseminado um conteúdo com dimensões jamais imaginadas que atinge um contingente enorme numa fração de segundo, porém, esse fato acarreta responsabilidades sobre as entidades que divulgam qualquer conteúdo. Diante disso, o publicitário depara-se frente à paradigmas que confrontam sua integridade - ética. A saber que a elaboração de campanhas na contemporaneidade deve-se estilizar de modo a atender (e não ferir) às divergências ideológicas, sejam elas de cunho étnico, religioso, racial, de gênero ou sexualidade; estilização essa somente possível quando o publicitário tem em sua bagagem cultural noções teóricas de ramos como a psicologia social para que vendam seus produtos/serviços sem ofender às marcas identitárias dos pensamentos divergentes.
ResponderExcluirAluno: Aderjohnny Sousa de Lima (2019 789 40004)
A teoria e prática da ética são essenciais para uma boa atuação do publicitário, porém nem sempre as duas são executadas, pois, por exemplo, saber que determinada atitude reforça estereótipos não garante que, em outros contextos, não seja utilizada, até mesmo de forma inconsciente.
ResponderExcluirCabe ao profissional publicitário rever seus próprios conceitos e atitudes, estar aberto a novas opiniões para aperfeiçoar constantemente teórica e prática.
Aluna: Ellayne Larissa Santos da Paz (20197890016)
No passado, como pode-se ler no texto os consumidores praticamente não tinham seus direitos atendidos sendo submetidos a qualquer forma que o mercado assumir. No mundo contemporâneo onde a diversas publicidades e propagandas de diversas marcas e produtos, torna-se mais necessário que haja a ética profissional dos profissionais ( inclusive dos publicitários) na hora de divulgar um determinado produto para que não machuque os direitos do consumidor , com propagandas falsos / enganosas ou com conteúdos de caráter preconceituoso
ResponderExcluirDébora evellin Leão Costa 201978940013
O texto nos leva a refletir sobre diferentes pontos de como produzir uma campanha publicitária: nos faz refletir como devemos considerar todos os segmentos, e suas particularidades, bem como a individualidade de cada sociedade, de grupos sociais, de ideologias..., o texto nos faz repensar como é importante termos cuidado ao produzir uma campanha sem agredir o outro.
ResponderExcluirPor meio do texto é possível observar a publicidade juntamente com a morderninade. Entretanto, para que se promova uma campanha de marketing que se encaixe no mundo contemporâneo, de acordo com as ideologias atuais que não têm como objetivo ferir a imagem de outro indivíduo, é necessário o estudo da ética no marketing. Infelizmente, esse estudo ainda não é valorizado como deveria pela área do marketing, fazendo com que surgem diversas propagandas de cunhos preconceituosas, mesmo que não intencionais, veicularem entre a população dificultando a quebras de paradigmas. A ética é fundamental para o sucesso de qualquer agência publicitária, por isso é de suma importância enaltecê-lá.
ResponderExcluirÉ inevitável que ao pensarmos em publicidade/propaganda/marketing, pensemos também em nicho e consumo. No entanto, precisamos, como profissionais do setor, ficarmos atentos às diversas visões preconceituosas quando reforçamos esteriótipos, a fim de desqualificar outrem, em peças publicitárias. Isso só é possível com o forte debate e pesquisa sobre ética na comunicação, mais especificamente, na PP. No mundo globalizado temos acesso a diversas informações, em fração de minutos, como também temos nosso conteúdo visto por centenas de pessoas na mesma velocidade. Essa facilidade de consumo de informação impõe sobre os profissionais do setor a responsabilidade de trabalhar com a diversidade sem estereotipar, diminuir ou ainda excluir. Claro que, como falei no início, há os nichos, mas com a consciência e os conhecimentos necessários é possível incluir todos daquele nicho em sua peça publicitária, pois ética é boa e todo mundo merece.
ResponderExcluirNatália Alencar Figueiredo - 201905740001